Foto de August de Richelieu no Pexels

Um novo futuro se anuncia, ou melhor, um novo presente.

A pandemia, que iniciou em março de 2020, fez com que todas as escolas suspendessem as aulas presenciais. Uma corrida contra o relógio se estabeleceu e as escolas tiveram que, em um curto espaço de tempo, oferecer outra opção de ensino que pudesse compensar as aulas presenciais e, assim, dar continuidade ao ensino letivo. 

Apesar de não ser uma tarefa fácil, a maior aliada desse processo foi a tecnologia e, devido a ela, as escolas criaram, desenvolveram e inovaram nos processos de ensino-aprendizagem. É o que comenta o sócio-diretor da Inforgeneses, Joubert Veloso, que realizou uma pesquisa de mestrado sobre a relação entre tecnologia e educação.

"A maneira que a tecnologia foi posta diante da pandemia foi muito intensa. Acredito até que impactante demais para os educadores e para os alunos, pois o mundo virtual vinha sendo utilizado, principalmente pela maioria da população, como um ambiente de distração, sempre deixando para um segundo plano suas outras potencialidades do uso. A maioria das pessoas não estava preparada para esta mudança, tornando em alguns casos o ensino questionável em sua qualidade, e trazendo uma certa dúvida se seria certo dar continuidade neste formato", comenta.

Joubert lembra que, durante sua pesquisa, foi constatada uma certa subutilização das potencialidades da tecnologia, principalmente pela falta de conhecimento dos usuários - todos os entrevistados na pesquisa, por exemplo, afirmaram ter dificuldade para o manuseio das novas TICs (Novas Tecnologias da Informação e Comunicação). Um cenário que parece ter mudado neste último ano.

"Diante desta mudança abrupta de comportamento e necessidade, podemos dizer que houve um avanço, ainda que de forma forçada. É inegável, no entanto, que este novo conhecimento do uso da tecnologia na educação já foi adquirido por professores, estudantes e escolas. Agora, se este formato está realmente sendo significativo para o aprendizado, só saberemos com o uso contínuo desta nova dinâmica, com a manutenção do ensino híbrido", completa ao destacar que essa avaliação precisa considerar aspectos sociais e psicológicos como, por exemplo, a importância da convivência dos estudantes nos espaços físicos da escola.

Apesar de um nítido avanço, há muitas lacunas que ainda precisam ser repensadas. Para o ano de 2021, a tendência é que o ensino híbrido permaneça. As escolas estão voltando aos poucos e esse formato possibilita os caminhos mais adequados para o momento: estar presente e, ao mesmo tempo, usar ferramentas digitais para oferecer ensino de qualidade. Entretanto, muitas dificuldades ainda permeiam a rotina na escola e na relação com os pais e alunos.

"A tecnologia não educa por si só, pois o ato de educar tem vários outros elementos que fazem parte para a formação do ser humano. No entanto, essa mesma tecnologia possibilita um canal muito forte entre as pessoas, e o seu uso pode contribuir para que situações que nem esta que estamos vivendo de isolamento social possam ser supridas. As inovações vão surgindo pela necessidades  da sociedade como um todo, e o simples fato de estarmos atentos às inovações da tecnologia já contribui para que novas habilidades possam surgir dentro desse meio de ensino e aprendizagem", conclui.

Soluções Inforgeneses

A Inforgeneses trabalha para que as melhores soluções sejam disponibilizadas às instituições de ensino.  Com o recurso Sala Virtual, por exemplo, é possível criar um ambiente de interação que reproduz um local onde ser possa ver e ouvir de forma instantânea. As salas virtuais da Inforgeneses contam com fórum, chat, tarefa, prova online, videoaula e webconferência. 

Outro recurso é a prova online, que possibilita fazer a avaliação completa dos estudantes. O recurso permite a aplicação de provas objetivas e subjetivas e, ainda, o controle de tempo de aplicação do teste. Quer saber mais? É só chamar no chat online.

Um novo futuro se anuncia, ou melhor, um novo presente.

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